A saúde de Phil Collins voltou ao centro das atenções após declarações recentes feitas pelo músico no podcast BBC Eras, em janeiro de 2026. Aos 74 anos, o ex-baterista e vocalista do Genesis revelou que enfrenta uma série de problemas de saúde que exigem cuidados constantes, incluindo a presença de um enfermeiro 24 horas por dia para garantir o uso correto de suas medicações.
Segundo Collins, as limitações físicas são resultado de um histórico médico complexo. O artista passou por cinco cirurgias no joelho, o que comprometeu severamente sua mobilidade. Atualmente, ele consegue andar apenas com grande dificuldade e auxílio, fator que contribuiu diretamente para sua aposentadoria definitiva dos palcos em março de 2022, após a última turnê do Genesis, quando já se apresentava sentado.
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Além dos problemas ortopédicos, Phil Collins revelou ter sofrido danos renais graves, causados pelo consumo excessivo de álcool no passado. Os rins chegaram a “travar”, provocando meses de internação hospitalar e exigindo acompanhamento médico contínuo. O músico também convive com neuropatia periférica, consequência de uma cirurgia na coluna realizada em 2007 que lesionou nervos importantes, impedindo-o de tocar bateria — instrumento que marcou sua carreira.
Em 2025, boatos sobre um suposto estado terminal e cuidados paliativos circularam nas redes sociais, impulsionados por imagens falsas geradas por inteligência artificial. Na época, a equipe do artista desmentiu as informações, afirmando que, apesar das limitações, Collins estava em recuperação e clinicamente estável.
Mesmo aposentado dos shows, o músico surpreendeu os fãs ao afirmar que ainda considera voltar ao estúdio. Em 2026, Phil Collins declarou que pode finalizar composições inéditas, usando o bom humor característico: “Talvez haja vida no cachorro velho”. A fala reacendeu a esperança de um último capítulo criativo na carreira de um dos maiores nomes da música mundial.


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